185.000 vagas de residência permanente este ano. Faltam enfermeiros, eletricistas, professores, cuidadores, engenheiros, cozinheiros.
Antes de ler qualquer coisa: quantos anos você tem?
18–24 anos → 25 pontos por idade
E tem uma porta que só existe para você: o Work and Holiday (462) vai dos 18 aos 30 — 500 vagas por ano, e é a entrada mais barata das cinco. Ela fecha no seu aniversário de 31.
Capítulo 3 — o mapa dos vistos
25–32 anos → 30 pontos por idade
É o máximo da tabela — a melhor idade do sistema australiano. E é um teto com prazo: no aniversário de 33 você perde 5 pontos de um dia para o outro. Se ainda não fez 31, o Work and Holiday também está ao seu alcance.
Capítulo 4 — o sistema de pontos
33–39 anos → 25 pontos por idade
Ainda dá para ir por pontos. Mas, como está escrito no livro, “idade é a moeda que derrete”: todo o resto você pode subir, a idade só desce. Aos 40 ela cai para 15.
Capítulo 4 — o sistema de pontos
40–44 anos → 15 pontos por idade
Aqui os pontos viram rota secundária — e é aqui que a maioria desiste achando que perdeu a hora. Não perdeu. O patrocínio de empregador (186) existe exatamente para quem está acima dos 40, e ele não usa pontos.
Capítulo 6, seção 6.3 — a rota de quem tem 40+
45+ anos → zero pontos por idade
Pela tabela de pontos, a porta fecha — e é justamente por isso que o seu caminho é outro. Patrocínio de empregador e os acordos DAMA foram feitos para quem não fecha os requisitos padrão, inclusive 45+. Idade não entra na conta deles.
Capítulo 6, seção 6.3 — quando os pontos não servem
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A idade é o único fator do sistema australiano que você não pode melhorar. É por ela que começa qualquer plano honesto.
Este é o guia completo de como imigrar: as cinco rotas, os custos reais em reais e as taxas de 2026-27, conferidos na fonte oficial do governo australiano. O país publica num documento aberto quantas vagas existem e em quais profissões — e uma delas pode ser a sua.
E não é teoria. É a experiência de quem passou por todas as etapas: a papelada, a consultoria que perdeu o prazo, os vinte meses entregando comida de bicicleta e o visto que saiu no fim. Com o que deu errado incluído — mesmo que você não fale inglês fluente, não tenha diploma de faculdade ou já tenha passado dos 40.
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Ainda decidindo? Descubra de graça qual dos cinco caminhos é o seu — leva dois minutos.
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R$ 18 mil por mês. Limpando chão. E isso é o piso — o mínimo que a lei obriga a pagar para quem acabou de chegar. Agora olha o seu contracheque e me diz se ainda dá para discutir se vale a pena.
Dez anos de carreira em tecnologia. Passagem comprada. Planilha montada. Eu era o cara que tinha feito o dever de casa.
Vinte meses depois eu estava entregando comida de bicicleta em Brisbane.
No meio disso: pagamos o equivalente a R$ 20 mil para uma consultoria de imigração. O órgão que avaliava a carreira da minha mulher pediu documentos a mais — pedido de rotina, acontece toda semana. A consultoria não respondeu. O prazo passou. E o avaliador fechou o caso com uma linha: nenhuma experiência profissional reconhecida.
Quinze anos de engenharia. Zero. A gente só descobriu porque ligou direto para o avaliador. Refizemos tudo sozinhos, aplicamos por conta própria no site do governo, e o visto saiu em novembro de 2018.
Cada erro que eu cometi tinha uma informação simples do outro lado. Escrevi as 266 páginas que teriam me poupado dois anos, R$ 20 mil e uma quantidade de desespero que eu não desejo a ninguém.
— Diego Araujo, Brisbane · a história inteira
A maioria das pessoas trava aqui — não por falta de vontade, mas por não saber por onde começar. Existem cinco caminhos principais para morar na Austrália, e eles são profundamente diferentes em custo, prazo e exigência. Escolher a porta errada custa anos.
Um quiz de 8 perguntas abre o livro. Em cinco minutos você descobre qual das cinco é a sua — e lê os 21 capítulos sabendo o que procurar, em vez de ler 60 páginas sobre um caminho que não é o seu.
Nunca saiu do país, não sabe a diferença entre um visto e outro, e a única coisa clara é a vontade. É exatamente para você que o livro começa com um quiz de cinco minutos: no fim dele, você tem uma rota com nome e um primeiro passo com data.
Enfermeiro, eletricista, professor, engenheiro, contador, cozinheiro, técnico. A Austrália publica a lista das profissões que está procurando, e o livro mostra como descobrir se a sua está nela — e o que fazer para a sua experiência ser reconhecida.
Cônjuge, filhos, e às vezes o pet. Tem capítulo próprio para cada parte: quanto custa cada dependente no visto, como funciona a escola, o que muda no orçamento e como o processo do animal se encaixa no cronograma.
Existe uma rota desenhada exatamente para o seu perfil, e ela não passa por pontos. Quem tem experiência e senioridade tem uma vantagem que o sistema de pontos não enxerga — e o livro mostra qual porta usa essa vantagem.
Estudante, Work and Holiday ou visto de trabalho. O livro é o mapa da transição do temporário para o permanente — com os prazos que você precisa controlar a partir de hoje.
Cinco perfis, cinco pontos de partida diferentes, o mesmo destino. O que muda não é se dá — é por qual porta.
Você já viu. O “consultor” de Instagram com a foto na praia. A agência que cobra R$ 25 mil para preencher um formulário que você preencheria sozinho. O curso de R$ 3 mil que é o site do governo traduzido no Google.
Todos eles precisam que você continue achando que isso é complicado demais para você entender.
Não é. As regras são públicas. Estão de graça num site do governo australiano. O problema é que são centenas de páginas de burocracia em inglês, e ninguém nunca traduziu aquilo para gente normal.
Eu traduzi. São 266 páginas. Custa R$ 67.
O visto de pós-estudo (485) passou de AUD 4.600 para AUD 5.750 de uma vez. O de parceiro, de 9.365 para 11.710. O reajuste é anual e sempre na mesma data.
A Austrália sempre teve um atalho para quem topa morar longe das grandes capitais. Ele caiu de 33.000 vagas para 14.110 de um ano para o outro. O atalho ainda existe, mas quem planejar com a informação do ano passado vai bater numa porta que fechou.
São 500 vagas por ano para quem tem até 30 anos. Abriram em 2 de julho e esgotaram. A próxima leva é só daqui a um ano — e quem não estiver com a papelada pronta perde de novo.
Cada mês que você adia custa dinheiro. Literalmente. E isso não é escassez de vendedor: é calendário do governo australiano, e o livro te dá o link de cada número para você conferir agora mesmo.
Não é um PDF de texto corrido. São 266 páginas diagramadas em formato de tela, com 21 ilustrações, 7 infográficos e 198 links que abrem direto no site do governo australiano. Quatro páginas, do jeito que elas estão no arquivo que você recebe:
vagas de residência permanente por ano
delas para trabalhadores qualificados
novos estudantes internacionais previstos para 2026
AUD por hora — o piso de quem está começando
rotas diferentes para chegar lá
A Austrália tem 27 milhões de habitantes num território maior que o Brasil. A população está envelhecendo. Faltam enfermeiros, eletricistas, professores, cuidadores, engenheiros. E o país resolve isso do jeito australiano: com uma planilha pública.
O piso legal de quem chega é AUD 33,05 por hora — uns R$ 120. Isso limpando escritório, servindo café, sem inglês fluente. Um estudante trabalhando o limite legal de horas se sustenta na maioria das cidades. Refaça a sua conta com esse número e veja o que sobra no fim do mês.
Notebook na mesa do café enquanto você pede no balcão. Celular na mão à noite. Criança voltando sozinha da escola. Todo brasileiro que chega descreve a mesma coisa, com as mesmas palavras: os ombros descem. Você só percebe o peso da vigilância constante quando ele sai.
Residente permanente tem Medicare: médico de família de graça e hospital público que você usaria com tranquilidade. Escola pública gratuita e boa — de verdade. Remédio de receita por no máximo AUD 25, qualquer que seja o remédio.
Praia, trilha, churrasqueira elétrica pública e gratuita em todo parque, esporte ao ar livre o ano inteiro. O lazer australiano é barato ou de graça — e é isso que faz a vida caber no salário.
Visto temporário vira residência permanente. Residência permanente vira cidadania. É um caminho com etapas escritas e prazos conhecidos — não uma renovação eterna torcendo para dar certo.
Melbourne em 3º, Sydney em 4º e Adelaide em 8º, entre 173 cidades avaliadas.
Numa pesquisa com mais de 15 mil pessoas em 33 países.
Índice de 0,958, na faixa de “desenvolvimento humano muito alto”.
Os índices são reconferidos a cada edição deste livro. Última verificação: agosto de 2026.
Três índices diferentes, três metodologias diferentes, o mesmo resultado. A Austrália não é uma aposta — é um dos lugares mais bem avaliados do planeta para construir uma vida.
Nenhum desses quatro itens depende de você ser rico, ter diploma de faculdade ou ter nascido falando inglês. Dependem de você ter o mapa certo na mão.
Diego Araujo · Brisbane, desde 2017
Em maio de 2017 eu desembarquei em Brisbane com um plano bem montado e dez anos de carreira em tecnologia.
Passei os vinte meses seguintes entregando comida de bicicleta.
Contratamos uma consultoria de imigração e pagamos o equivalente a uns R$ 20 mil de hoje. O órgão que avaliava a carreira da minha mulher pediu documentos a mais — pedido de rotina, do tipo que acontece toda semana. A consultoria não respondeu. O prazo passou. E o avaliador fechou o caso com uma linha: nenhuma experiência profissional reconhecida. Quinze anos de engenharia. Zero.
A gente só descobriu porque ligou direto para o avaliador.
Refizemos tudo sozinhos. Ela ressubmeteu a avaliação e dessa vez os anos foram reconhecidos. Aplicamos o visto por conta própria, no site do governo. Saiu em novembro de 2018.
Hoje eu moro em Brisbane, trabalho na minha área e tenho apartamento próprio.
E a parte mais importante desta história é esta: nada do que deu errado comigo era inevitável. Cada erro tinha uma informação simples do outro lado. Escrevi o livro que teria me poupado dois anos, alguns milhares de dólares e boa parte do desespero.
Como o sistema funciona por dentro, o mapa completo dos vistos, o sistema de pontos e como validar a sua profissão.
As cinco estratégias, o guia das capitais cidade por cidade, e o passo a passo do sofá ao desembarque.
O primeiro emprego, quanto se ganha, impostos e os erros que quase todo brasileiro comete.
Carro e CNH, escola dos filhos, leis e costumes, e como trazer o seu pet.
O que muda no dia em que a residência sai: Medicare, financiamento imobiliário, o caminho até a cidadania.
O diretório dos órgãos oficiais gratuitos, a régua de conversão em reais e o custo total de cada rota.
São 266 páginas. Este é o mapa inteiro, capítulo por capítulo.
PARTE I — ENTENDER ANTES DE ESCOLHER
PARTE II — ESCOLHER A SUA ROTA
PARTE III — CHEGAR E SE FIRMAR
PARTE IV — VIVER DE VERDADE
PARTE V — O PRÊMIO E OS IMPREVISTOS
PARTE VI — A CAIXA DE FERRAMENTAS
Mais o quiz de 8 perguntas que abre o livro e diz, em cinco minutos, por qual desses capítulos você deve começar.
E você consulta isso pelos próximos anos, quantas vezes precisar, em quantos aparelhos quiser.
Uma hora com um agente de imigração: a partir de AUD 150 — uns R$ 550. Uma consultoria completa, dessas que perdem prazo: R$ 15 mil a R$ 25 mil. Este livro: R$ 67.
São R$ 0,18 por dia no primeiro ano. Do segundo em diante é de graça: o arquivo é seu, e você consulta quantas vezes precisar.
R$ 97-31%
12x de R$ 6,93*
ou R$ 67,00 à vista
R$ 227-35%
12x de R$ 15,20*
ou R$ 147,00 à vista
R$ 327-40%
12x de R$ 20,37*
ou R$ 197,00 à vista
Todos os níveis vêm nos dois formatos, e eles se completam: o PDF diagramado, para ler no computador ou no tablet e consultar no celular; e o EPUB, que reflui e deixa você escolher o tamanho da letra — que é como se lê um livro inteiro no telefone.
* Parcelamento em até 12x no cartão, com juros da operadora.
Depois do pagamento, em ordem:
Um aviso, porque é justo: este livro não promete visto. Eu não sou agente de imigração e não analiso o seu caso. O que ele promete é que você vai saber exatamente o que fazer, em que ordem, e quanto custa cada passo.
Compre. Baixe. Leia o livro inteiro hoje à noite, se quiser.
Se amanhã você achar que não valeu, pede o reembolso na própria Hotmart. Dois cliques. Sem formulário, sem ligação, sem ter que me explicar nada. O dinheiro volta integral — e você fica com o que aprendeu.
Você tem 7 dias. Eu tenho 100% do risco.

São 27 páginas em formato de bolso, com o essencial de cada um dos 21 capítulos, os números de 2026-27 numa tabela só e o diretório dos órgãos australianos que atendem de graça.
Ele existe para o depois: quando você precisa de um número no meio de uma conversa, quando quer relembrar um capítulo sem reler trinta páginas, ou quando vai explicar para alguém da família o que exatamente você está planejando. Cabe no celular em pé, e imprime duas páginas por folha.
A Austrália reajusta as taxas de visto todo 1º de julho. Um guia de imigração com número velho não é um guia desatualizado — é um guia perigoso, porque a pessoa planeja a vida com o valor errado.
Por isso este livro tem edição anual: a cada virada do ano fiscal australiano, os números são reconferidos na fonte oficial e sai uma edição nova. Esta é a 2026/27.
Quem compra o Nível 3 recebe todas as edições até 2030 — quatro revisões, sem pagar de novo. E qualquer correção pontual entre uma edição e outra fica pública em australiapossivel.com/erratas, à vista de todos.
Um dos caminhos para morar lá funciona assim: você soma nota por idade, por inglês, por profissão, por experiência e por tempo de estudo. Cada profissão tem o seu corte, e o corte muda a cada rodada. É o SISU, com sotaque.
A ferramenta abaixo faz essa soma por você, em dois minutos. Ela mostra a sua nota, de onde veio cada ponto, e as três coisas que mais fariam ela subir no seu caso.
E se a sua nota der baixa, calma: dois dos cinco caminhos não usam nota nenhuma — o da empresa que te contrata e o de quem tem parceiro. O livro mostra qual dos cinco é o seu.
Deixe o nome e o e-mail que eu abro o acesso na hora — e te mando também o roteiro: por onde começar, o que fazer no primeiro mês e quanto custa cada caminho. Um e-mail por semana, cinco semanas, e acabou.
O primeiro e-mail sai agora. Se ele não aparecer em cinco minutos, olhe no spam e marque como “não é spam” — assim os outros quatro chegam direito.
O patrocínio de empregador — e o livro tem um capítulo dedicado a ela, com números. É a rota em que experiência e senioridade valem mais que ponto, e é por isso que ela é a nº 1 de quem tem 40+.
Menos do que se fala por aí, e varia bastante entre as rotas. O Capítulo 4 é inteiro sobre isso: qual prova pede menos, quanto tempo de preparo leva de verdade e quantos pontos cada nível vale.
Depende muito da rota — e é por isso que o livro põe o custo total das cinco lado a lado, em reais, com tudo incluído: taxas, provas, avaliação, passagem e o colchão dos primeiros meses. É a tabela que a maioria das pessoas abre primeiro.
No Nível 3, sim: todas as edições até 2030, sem custo adicional. Nos Níveis 1 e 2 você fica com a edição que comprou, e pode adquirir a nova quando ela sair. Entre uma edição e outra, as correções ficam públicas na página de erratas.
Dá, e tem capítulo próprio: escola dos filhos, quanto custa cada dependente no visto, o que muda no orçamento e como trazer o seu pet.
Existem rotas inteiras construídas em cima de experiência comprovada e qualificação técnica — e em várias delas o eletricista, o cozinheiro e o técnico entram na frente do bacharel. O livro mostra quais são.
Depende da rota, e o livro traz a linha do tempo realista de cada uma — da primeira decisão ao visto na mão. É a informação que evita que você planeje a vida com o prazo errado.
Dá — e é por isso que você recebe dois arquivos, não um. O EPUB reflui: você escolhe o tamanho da letra e lê como leria qualquer livro no telefone. O PDF é o diagramado, com as ilustrações e os infográficos no lugar: fica perfeito no tablet e no computador, e no celular é ótimo para consultar uma tabela ou tocar num link, deitando o aparelho. Os dois vêm em todos os níveis.
Cartão de crédito em até 12x e Pix. E, se o limite de um cartão não cobrir, a Hotmart deixa dividir a compra em dois cartões — útil principalmente no Nível 3. Nos dois casos o acesso sai em minutos.
Para sempre. Não é assinatura e não vence: você baixa o PDF e o EPUB e os arquivos ficam com você, em quantos aparelhos quiser. Se um dia perder, entra de novo na Hotmart com o e-mail da compra e baixa outra vez.
Na hora, assim que o pagamento é aprovado. A entrega é pela Hotmart: você recebe o acesso no e-mail da compra e baixa o PDF e o EPUB de lá, quantas vezes precisar.
Escreva para suporte@australiapossivel.com. Eu leio e respondo — o que eu não posso é analisar o seu caso de imigração, porque isso é atividade regulada e só agente registrado pode fazer.
QUERO O MEU MAPAR$ 67 · ou 12x de R$ 6,93
7 dias de garantia. Acesso imediato depois do pagamento.